
Anne Hathaway é Andy, uma jornalista recém-formada procurando emprego em Nova York. Acaba indo parar na Runaway, a maior revista de moda dos EUA (um decalque da Vogue), para uma entrevista. Ela não faz a menor idéia de quem seja Miranda Priestley, a editora da tal revista. Como o título já indica, Miranda é o diabo em carne e osso. Uma chefe escrota e imprevisível, respeitada e temida por todos. Por não ter o perfil previsível de todas que se candidatam a uma vaga na Runaway, Andy acaba sendo contratada por Miranda, que vê algo na garota.
Andy trabalha duro, é humilhada costantemente pela chefa, e ainda tem que se desdobrar pra cumprir uma tarefa mais absurda que a outra, tudo para garantir o emprego. Quando está no fundo do poço descobre que resolverá metade de seus problemas parando de se vestir de forma desleixada (?!) e então adquire um senso fashion até então desconhecido, entrando de cabeça no mundo que ela desprezava.
Passa a se importar com roupas, tendências e etc., e ao mesmo tempo em que vai se destacando no emprego, vai ganhando o repúdio da família, dos amigos e do namorado. É a partir daí que o filme desmorona. A personagem de Hathaway trabalha feito uma condenada, se adapta ao ambiente, agarra as suas chances e o filme nos faz acreditar que tudo o que ela fez pelo emprego é anti-ético. Uma baboseira. Não sei se a minha moral é torta, mas não vi nada de demais nas atitudes da garota. Hollywood se fingindo de bonzinha é foda.
O filme em si é divertido, passa rapidinho, mas igual a esse tem um monte, então não há muito para se destacar. Obviamente Meryl Streep entrega mais uma atuação perfeita, fazendo o público se identificar com uma personagem grotesca em suas atitudes e no seu perfil- vale lembrar que a chefe-diaba é baseada na editora da Vogue americana, se não me engano.
Emily Blunt é outro destaque e está tão boa quanto Streep, e Anne Hathaway não tem muito o que fazer aqui, mas cumpre bem o papel de mocinha simpática. Um upgrade do que Julia Roberts fazia anos atrás. Pra quem já teve ou tem um chefe insuportável, vale como um desabafo.
Pra quem gostar desse aqui, vale a pena ver o superior Uma Secretária de Futuro (Working Girl,1988), de Mike Nichols, disponível em dvd. Nele, Melanie Griffith é uma secretária(duh!) lutando pra subir de posição, no ambiente yuppie de Nova York nos anos 80. Vale uma olhada.
Andy trabalha duro, é humilhada costantemente pela chefa, e ainda tem que se desdobrar pra cumprir uma tarefa mais absurda que a outra, tudo para garantir o emprego. Quando está no fundo do poço descobre que resolverá metade de seus problemas parando de se vestir de forma desleixada (?!) e então adquire um senso fashion até então desconhecido, entrando de cabeça no mundo que ela desprezava.
Passa a se importar com roupas, tendências e etc., e ao mesmo tempo em que vai se destacando no emprego, vai ganhando o repúdio da família, dos amigos e do namorado. É a partir daí que o filme desmorona. A personagem de Hathaway trabalha feito uma condenada, se adapta ao ambiente, agarra as suas chances e o filme nos faz acreditar que tudo o que ela fez pelo emprego é anti-ético. Uma baboseira. Não sei se a minha moral é torta, mas não vi nada de demais nas atitudes da garota. Hollywood se fingindo de bonzinha é foda.
O filme em si é divertido, passa rapidinho, mas igual a esse tem um monte, então não há muito para se destacar. Obviamente Meryl Streep entrega mais uma atuação perfeita, fazendo o público se identificar com uma personagem grotesca em suas atitudes e no seu perfil- vale lembrar que a chefe-diaba é baseada na editora da Vogue americana, se não me engano.
Emily Blunt é outro destaque e está tão boa quanto Streep, e Anne Hathaway não tem muito o que fazer aqui, mas cumpre bem o papel de mocinha simpática. Um upgrade do que Julia Roberts fazia anos atrás. Pra quem já teve ou tem um chefe insuportável, vale como um desabafo.
Pra quem gostar desse aqui, vale a pena ver o superior Uma Secretária de Futuro (Working Girl,1988), de Mike Nichols, disponível em dvd. Nele, Melanie Griffith é uma secretária(duh!) lutando pra subir de posição, no ambiente yuppie de Nova York nos anos 80. Vale uma olhada.