
Não se fazem babás como antigamente
Infelizmente parece que Scarlett Johansson (aqui em visual comportado) ainda não é capaz de carregar um filme nas costas, mas até que ela se sai bem neste segundo filme dos criadores de Anti- Herói Americano – não poderiam haver dois filmes tão diferentes quanto estes dois. Este fracasso de bilheteria vai ficar melhor nas sessões da tarde da próxima década, e não muda a vida de ninguém.
Fiquei viajando nas citações a Mary Poppins (bem excessivas, por sinal) e fiquei pensando se boa parte da platéia estava captando a mensagem. Quanto ao elenco, Chris Evans não faz nada, só pose, a cantora Alicia Keys tem uma participação sem sal, e Paul Giamatti volta a interpretar um vilão canalha, coisa que ele fazia antes de cair nas graças do cinemão, ou seja , um retrocesso. Mas não dá pra culpar esses atores, o roteiro é que é ingrato mesmo. A única que se salva é Laura Linney, que pega o papel menos cretino e entrega uma ótima atuação, mesmo que a resolução final da sua personagem seja uma tolice.
Vi o filme numa sessão dublada, o que foi um choque, não avisaram antes da sessão. Fiquei puto no começo do filme, afinal estaria perdendo uma das coisas que eu mais gosto
