segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Os melhores filmes de ação dos últimos 25 anos (segundo a Ew)


1. Duro de Matar (John McTiernan, 1988)

2. Aliens – O Resgate (James Cameron , 1986)

3. Matrix (The Warchowski Brothers, 1999)

4. Gladiador (Ridley Scott, 2000)

5. O Resgate do Soldado Ryan (Steven Spielberg, 1998)

6. Fervura Máxima (John Woo, 1992)

7. O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (James Cameron, 1991)

8. Velocidade Máxima (Jan de Bont, 1994)

9. RoboCop (Paul Verhoeven, 1987)

10. O Tigre e o Dragão (Ang Lee, 2000)

11. A Supremacia Bourne (Paul Greengrass, 2004)

12. Kill Bill – Vol. 1 (Quentin Tarantino, 2003)

13. Homem-Aranha 2 (Sam Raimi, 2004)

14. O Predador (John McTiernan, 1987)

15. Casino Royale (Martin Campbell, 2006)

16. Máquina Mortífera (Richard Donner, 1987)

17. Os Incríveis (Brad Bird, 2004)

18. O Profissional (Luc Besson, 1994)

19. Kung-Fusão (Stephen Chow, 2004)

20. O Exterminador do Futuro (James Cameron, 1984)

21. Missão: Impossível -III (J.J. Abrams, 2006)

22. O Fugitivo (Andrew Davis, 1993)

23. Rambo II: A Missão (George P. Cosmatos, 1985)

24. A Balada do Pistoleiro (Robert Rodriguez, 1995)

25. Apocalypto (Mel Gibson, 2006)


http://www.ew.com/ew/gallery/0,,20219939,00.html


Compilação inteligente embora um tanto óbvia (as duas primeiras posições são obrigatórias), mas eu não pensaria duas vezes em excluir daqui o Gladiador (épico chato e meia boca) e O Resgate do Soldado Ryan (que tem um início espetacular,mas um desenvolvimento que dá sono). Da lista inteira, só não assisti Kung-Fusão, Fervura Máxima, e não sei distinguir os filmes da série Rambo. Missão: Impossível - III e O Profissional não são grande coisa. No lugar destes fariam bonito os maravilhoso A Outra Face -o melhor momento da carreira de John Woo- e True Lies -que é muito bom, e James Cameron nunca é demais.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Sex and the City - O Filme ( *** )


Mulherzinhas


Malhado por muitos críticos, que atacaram desde a suposta falta de maturidade das protagonistas às piadas chulas e repetitivas, ou a futilidade da coisa toda, Sex and the City (cujo subtítulo “o filme” indica que ele não está sendo exibido na tv, desta vez) se revelou para mim um produto de plástico muito bem feito e funcional, e é claro que é melhor ser surpreendido quando se espera uma bomba do que ir ver um filme cheio de tesão, e não dar em nada.


Assisti pouquíssimos episódios da série, gostei do que vi, e ao conferir o filme me senti familiar aos personagens, não houve nenhum problema de incompreensão do que se passa na tela. Logo suspeito de que o filme deve funcionar também junto a quem não acompanhava tal seriado.


As roupas esdrúxulas continuam lá, o estilo de vida exagerado também bate ponto, embora vejamos mulheres bem sucedidas que aparentemenmte dão um pouco duro pra pagar as contas. Curioso que tanta gente se identifique com tais figuras, será que as mulheres querem ser Carrie Bradshaw, mesmo com aquele narigão? Acho que sim.

Sarah Jéssica Parker é mesmo uma figura. No cinema, podia- se ouvir claramente diversas mulheres debochando de uma suposta feiúra estampada na atriz, que seria muito feia e mal vestida. Curioso, já que, ao mesmo tempo, pareciam babar sobre o estilo de vida, os homens e as atitudes que a personagem que Parker e suas amigas exibiam e carregava na bolsa. Mulher é mesmo um bicho escroto e invejoso. Ops, foi mal aí, nem todas são assim, não é mesmo?


Enfim, não há muito o que falar, só que achei divertido e não tão cansativo, já que a metragem aqui é realmente longa, muito longa e cheirava a indulgência. Um longo episódio especial da série de tv, cinco anos após o seu fim, o filme mostra que o que as mulheres bem resolvidas querem mesmo, no fim, é casar, talvez ter filhos -e também seria bom ter amigas íntimas pra dividir traumas como chutes na bunda em plena cerimônia de casamento.


Não sei se esse é um retrato acurado da mulher moderna, que se excita tanto com uma bolsa de marca quanto com o parceiro na cama; mundo esquisito em que amar é quase tão importante quanto comprar e mostrar. Mas o que acho legal do filme é que essa busca desesperada por acessórios e tranqueiras, que no fim vão é tudo parar no lixo mesmo, não chega a ser uma obsessão das personagens, mas algo natural e inerente as suas personalidades.


Creio que tenha algo de frustrante, assustador e patético nessa linha de pensamento fútil, mas também há coisas bem piores no mundo. E que façam mais blockbusters que levem as mulheres mais velhas ao cinema, nem que sejam pra ver um filme que trate de coisas maduras, mas que é feito com um certo espírito adolescente. Voto por maturidade na tela, mesmo que ela venha preenchida com botox.


Obs: a referência a Agora Seremos Felizes foi muito boa. Alguém me empresta o dvd?


Obs 2: Jennifer Hudson é fraquinha mesmo, mas tem presença. Boa participação de luxo.


Obs 3: Sarah Jessica Parker é ótima, mas preferia quando ela se levava menos a sério,e não era escrava da moda. Vejam Abracadabra, Ed Wood e Marte Ataca!, e depois a gente conversa.


Sex and the City / Michael Patrick King / 2008 /(1:85:1)

terça-feira, 24 de junho de 2008

domingo, 1 de junho de 2008

Filmes de Maio de 2008


1. Frenesi **

2. Contato ****1/2

3. O Ultimato Bourne ***1/2

4. Fogo Contra Fogo ****

5. Em Seu Lugar ***

6. Ligado em Você **1/2

7. O Pântano ****

8. Tudo Sobre Minha Mãe *****

9. Cidade Baixa **1/2

10. Speed Racer **

11. Ó Pai Ó **1/2

12. Coração Selvagem ***

13. Indiana Jones e o Reino das Caveiras de Cristal **1/2

14. Cloverfield – Monstro **

15. Missão: Marte **1/2

16. Madame Satã **

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Homem de Ferro ( *** )


Sou de ferro, mas tô na moda

Mais uma adaptação de história em quadrinhos, Homem de Ferro esgota o time classe A de heróis Marvel nas telonas – Capitão América vem aí,mas quem se importa? Produção atípica por investir tanto e tão forte no seu protagonista, o ex-garoto problema Robert Downey Jr., Homem de Ferro é uma falsa obra despretensiosa, pesada como chumbo, mas tolerável enquanto dura.

Falsamente despretensiosa por que investe numa história sem grandes possibilidades, mas disfarça bem a falta do que abordar. O filme é resumido à construção de armas, seja na forma de mísseis ou na forma de armaduras estilosas, que fazem voar. Parece muito menos sobre salvar vidas e evitar guerras do que sobre ser um grande designer. Artistas gráficos, figurinistas e afins vão amar.

Mas temos o lado bom, é claro. O que mais chama atenção neste aqui é a forma como, do marketing ao roteiro, os personagens/atores são privilegiados, e em vez de escalar jovens atores inanes, houve investimento pesado na contratação de um quarteto de ganhadores e vencedores do Oscar. Curioso.

Analisando, Downey realmente está divertido e sarcástico na medida certa, e prova que quando grandes produções como essa investem em escolhas inusitadas (Tobey Maguire em Homem-Aranha, Hugh Jackman em X-Men) geralmente dá certo. Terrence Howard é aqui um coadjuvante de luxo, Jeff Bridges está excelente como sempre, mas também irreconhecível, e Gwyneth Paltrow pega uma personagem simpática e agradável como poucos papéis que ela já fez antes. Não convence muito, afinal ela sempre parece estar simulando uma persona agradável e leve que não lhe pertence, e nunca sabemos se sua personagem é burra ou somente atrapalhada, senão ambos, mas nada que comprometa.

No mais uma história com uma moral tão boba que não engana nem criança de dez anos, quanto mais o público mais velho que deve estar indo ver este filme, atraído pela suposta credibilidade que o tal elenco premiado traz.

Os efeitos especiais são incríveis e funcionam justamente por não parecerem efeitos especiais. Se a direção do também ator Jon Favreau (que interpreta o motorista do herói) é apenas funcional, sem querer impor estilo (o que parece ser uma regra neste tipo de franquia, embora ninguém tenha avisado isso ao Ang Lee na época de Hulk), o Homem de Ferro resulta num blockbuster tímido, que não faz muito barulho, mas é inofensivo enquanto dura.


Iron Man / Jon Favreau / 2008 / (2:35:1)